Remote friendly x Remote first x Remote only: entenda as diferenças

Home-office. A expressão em inglês se popularizou tanto por aqui que é quase como se já fizesse parte no nosso vocabulário. Afinal, quantas pessoas por aí usam a expressão “trabalho-de-casa” quando querem dizer que…trabalham em casa? E você, que está entrando no universo do teletrabalho, já esbarrou com termos como remote first?

Pois é… Além do home-office, existem outras expressões relacionadas ao trabalho remoto (como essas do título do post) que, graças à sua expansão, estão começando a surgir com mais frequência. Mas você sabe o que elas querem dizer? 

Remote friendly

Talvez você já tenha lido o termo “friendly” aplicado em outros conceitos. Um exemplo são os escritórios pet friendly, onde, basicamente, os pets (cães, gatos, periquitos) são bem-vindos.

Pois o mesmo vale para o trabalho remoto. Empresas remote friendly são aquelas que aderem ao teletrabalho. Porém, a modalidade ainda se aplica de forma parcial. Isso porque você pode trabalhar remoto apenas em determinadas ocasiões ou porque somente parte da equipe tem essa opção.

A prática é, inclusive, muito comum nos times de desenvolvimento. Nesses casos, a sede da empresa fica em uma cidade, mas os desenvolvedores podem estar em diferentes localidades, trabalhando de forma remota. Isso facilita a contratação de mão de obra especializada que, em grandes capitais, podem chegar a custar o dobro do valor para as companhias. 

Remote first

Empresas remote first tem como atuação primária o trabalho remoto. No entanto, geralmente elas contam com uma sede ou um escritório coworking, onde os funcionários podem se encontrar — seja para eventos específicos, como reuniões de time; seja para trabalhar alguns dias na semana. Dessa forma, as organizações remote first pode equilibrar e promover o convívio entre os seus colaboradores. 

Remote only

As empresas remote only possuem uma única forma de atuação, sendo ela totalmente remota. Ou seja: elas não dispõem de uma sede ou local próprio para encontros casuais ou formais entre seus colaboradores. Neste caso, elas precisam alugar espaços de forma temporária sempre que surge a necessidade de reunir toda a equipe. 

Na dúvida sobre “o que é melhor”?

Não se trata de definir qual o melhor modelo, mas aquele que se encaixa melhor para a estrutura da organização e seus colaboradores.

Dito isso, é importante destacar que, quando falamos de empresas que adotam o trabalho remoto, existe um senso comum de que o modelo remote friendly seria mais fácil de gerir do que a remote first ou remote only, simplesmente por ter apenas parte do time operando fora do escritório.

Mas, na verdade, uma empresa remote-friendly costuma ter uma gestão mais desafiadora, especialmente porque é preciso garantir que a comunicação não ficará centralizada apenas em quem está no escritório físico. Isto é: é essencial que os processos funcionem tanto para quem trabalha presencialmente, quanto para quem trabalha de forma remota.  

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